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“A mediação é essencial se queremos ter uma cultura viva”

O projeto “Eu na ópera”, que tem o Novobanco como mecenas principal, vai levar o canto lírico a diversos pontos do país. Missão do Teatro Nacional de São Carlos que o seu diretor artístico, Pedro Amaral, considera ser uma das mais relevantes iniciativas da instituição.

Um post nas redes sociais do Teatro Nacional de São Carlos diz muito numa única frase. “Até ao regresso a casa, continuamos a encontrar-nos com o nosso público em palcos de todo o país.” Diz-nos que o edifício-sede, em Lisboa, vai continuar de portas fechadas e em obras de requalificação no âmbito do PRR. E diz-nos ainda que a programação da temporada 2026/2027 vai disseminar-se por outras salas do país.
É nesta ideia de viagem por Portugal que nos vamos concentrar. Em particular no projeto Eu na Ópera, que une o Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) e o Novobanco, como mecenas principal, num projeto a três anos que levará a ópera portuguesa a nove cidades de norte a sul do país. E arranca já a 20 de novembro, em Coimbra, com “Mátria”.
Quisemos conhecer melhor este projeto que quer contribuir para a formação de novos públicos, estimular a criação contemporânea e valorizar a herança cultural, mostrando que é possível cruzar ópera e missão social. Pedro Amaral, compositor, maestro e diretor artístico do TNSC não esconde o seu entusiasmo quando discorre sobre aquele que é “um dos mais importantes projetos de São Carlos” – Eu na Ópera.

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