A proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) é “prudente” e reflete mais um ano de estabilidade fiscal, algo que os investidores apreciam, mas revela falta de ambição ao voltar a não abordar a questão da produtividade. Por outro lado, e apesar de o excedente orçamental ser um “sinal positivo” numa altura de turbulência nos mercados, o Governo deve refletir sobre se não estará a ir além do necessário, defende Pedro Fugas, country Tax Leader da EY, sobretudo dada a crise do custo de vida, particularmente na habitação.
A dívida pública está a ser reduzida demasiado depressa?
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Uma pergunta para o Governo. Pedro Fugas alerta que a redução além dos compromissos definidos pode impedir medidas mais ambiciosas noutras áreas, como a habitação.