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36 produtos portugueses entre 344 europeus protegidos no Mercosul. Carne Barrosã e mel Barroso, ambos DOP ficaram de fora

O acordo da UE com o Mercosul mudará a forma como centenas de produtos europeus são vendidos na América do Sul. Trinta e seis produtos portugueses passam a ter os seus nomes oficialmente protegidos, impedindo que fabricantes locais utilizem designações tradicionais sem respeitar a origem. Outros ficaram excluídos ou terão apenas proteção parcial, podendo continuar a ser usados localmente desde que cumpram regras específicas de rotulagem.

O acordo de livre-comércio entre a União Europeia (UE) e o Mercosul alterará a forma como os produtos alimentares europeus são rotulados e comercializados na América do Sul. Um dos pontos centrais do acordo é a proteção das chamadas indicações geográficas (IG), que identificam produtos ligados a regiões específicas. Ou seja, estes produtos devem de ser claramente identificados quanto à sua origem, protegendo assim o país que os produz. Esta tem sido uma das principais reivindicações dos agricultores europeus. O receio é que com este Acordo, os países do Mercosul se apropriem de algumas das marcas agroalimentares mais emblemáticas da Europa.

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