O economista-chefe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Máximo Torero, deixou esta semana um aviso claro: a interrupção do corredor comercial no Estreito de Ormuz está a desencadear um dos choques mais severos nos fluxos globais de matérias-primas dos últimos anos — com efeitos que vão muito além da energia.
Segurança alimentar global em risco devido à interrupção do Estreito de Ormuz, alerta FAO
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A quase paragem do tráfego no Estreito de Ormuz está a provocar um efeito dominó que vai muito além do petróleo: encarece fertilizantes, pressiona agricultores e coloca em risco a produção alimentar mundial. O alerta foi lançado por Máximo Torero, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, que fala num “choque sistémico” com potencial para agravar a segurança alimentar global nos próximos meses.