O encontro entre Xi Jinping e Donald Trump, em Pequim, deve ser lido não tanto como o início de uma nova harmonia sino-americana, mas antes como uma tentativa de gerir uma rivalidade que condiciona a economia mundial, a segurança internacional e a margem de manobra dos países europeus. Não estamos perante uma simples disputa comercial. O que está em curso é uma reconfiguração das relações e equilíbrios globais.
Portugal entre Xi e Trump
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Há encontros que valem menos pelo que resolvem do que pelo que revelam.