Travis Kalanick, um dos fundadores e principais acionistas da Uber, demitiu-se do cargo de CEO da plataforma tecnológica de mobilidade. A ex-start up criada há menos de dez anos nunca saiu da ribalta, muitas vezes pelas piores razões, mas agora está órfã. E enfrenta querelas na justiça de vários países, a que se juntam prejuízos consecutivos. A ameaça externa dos taxistas dissipou-se e transferiu-se para o interior desta empresa, até há pouco tempo considerada exemplar no novo capitalismo do século XXI e avaliada em mais de 53 mil milhões de euros. Será que ainda há mãos para guiar o volante da Uber de regresso ao bom caminho?
Transportes: Afinal, os taxistas já não são os maiores inimigos da Uber
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A Uber tem tido um crescimento exponencial desde que foi criada, mas a expansão tem sido acompanhada por um mar crescente de polémicas. Será que ainda há mãos para guiar o volante da Uber de regresso ao bom caminho?