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Nº 03 | 26 Abril 2019
Notícias
Especial Energia e Ambiente
A BP lançou um novo programa para reduzir a sua pegada ambiental. Está a apostar na energia eólica e nos biocombustíveis, e já está a instalar postos de carregamento de carros elétricos nas suas estações de serviço.
Sofia Santos, coautora do livro “O setor financeiro e o crescimento sustentável”, diz que os empréstimos verdes continuarão a ser uma vertente específica das finanças pelo menos nos próximos cinco anos. Mas que há espaço para um “salto na oferta deste tipo de produtos”.
São vários os investigadores e instituições que estão a desenvolver soluções para melhorar a vida nos mares, rios e aumentar a proteção de pessoas e bens em casos de incêndios florestais.
Mónica Carneiro Pacheco, sócia da CMS Rui Pena & Arnaut, afirma que o setor energético precisa de muito investimento, que só se consegue com quadros normativos estáveis.
O novo presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) critica as conclusões do relatório preliminar da comissão parlamentar de inquérito (CPI) sobre as rendas excessivas na energia, da autoria do deputado Jorge Costa, do Bloco de Esquerda.
O presidente da APREN rejeita a construção de um cabo submarino para transportar eletricidade entre Portugal e Marrocos. Pedro Amaral Jorge defende que Bruxelas deve atuar para travar a compra por parte de Espanha de eletricidade poluente a Marrocos.
O presidente da APREN elogia o lançamento dos leilões solares pelo Governo. Considera que as centrais híbridas são uma boa solução e está otimista sobre os cumprimentos das metas até 2030.
O alargamento da taxa CESE às renováveis é mais uma medida a pesar nos custos do setor que precisa de muito investimento na próxima década.
Maior projeto da energética espanhola Iberdrola em Portugal compreende a construção de três aproveitamentos hidroelétricos, num investimento orçamentado em 1.500 milhões de euros.
O impacto ambiental de uma obra de construção da grandeza da que o grupo espanhol tem em mãos não pode deixar de se fazer sentir. Os investimentos da área social tentam torná-lo mais brando.
A empresa privada do setor das águas fechou o negócio, onde o projeto passa pela gestão de dois parques industriais. Objetivo passa por alargar os horizontes para outros países do Golfo Pérsico.
O CEO da Aquapor alerta para a má qualidade das condutas portuguesas e para a necessidade de se criar a interligação entre as barragens do país.